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sábado, 8 de maio de 2021

Chico Expedito

 

Série 50 Anos de Teatro


Sobre a Série 50 anos de Teatro

Sei que Teatro se comemora no palco, mas devido às incertezas dos tempos, receio que esse ano talvez não seja possível. Ainda há esperança, quem sabe.

Sempre achei (não sei o que os meus pares pensam), que nossa profissão é um tanto cruel, nela não se vive de lembranças, elas não nos alimentam, temos que continuar fazendo para existir enquanto artista. Não se trata de sucesso ou não sucesso, e sim de continuar vivendo, se expressando e sendo feliz. Portanto, artistas, vamos à nossa função.

Essa série é uma esperança de volta, e também, é claro, uma homenagem a todos e todas que construíram comigo meu caminho. Não se faz arte sozinho.

Nós da 4 Portas da Mesa não paramos (quando falo de mim hoje, sempre estou falando da 4 Portas). Embora nosso forte seja o trabalho presencial na Escola Livre de Teatro, na produção de eventos, shows, ensaios abertos e criação de espetáculos, não paramos. Encostamos (apenas encostamos) as portas nesse período de pandemia. De março de 2020 pra cá, (quando suspendemos nosso trabalho), realizamos algumas formações online (projetos para outras), criamos um vídeo da nossa retrospectiva 2014/2020, nos reunimos sempre, planejamos, mantemos o debate sobre política cultural, fizemos campanha para doação de alimentos e graças aos editais, aos nossos apoiadores, elenco e amigos da casa, seguimos trabalhando, não como queríamos, mas trabalhando, e agora em maio abriremos inscrições para nossas próximas turmas. A 4 Portas também mudou sua sede para um novo espaço físico, que já agrega nossos pequenos ensaios e trabalhos de grupos parceiros. Estamos prontos para começar tudo de novo.

Lamentamos muito a perda de dois companheiros nesse período. Asis Filho e Sergio Presley farão muita falta a todos.

Vão aqui meus agradecimentos sinceros aos que participaram e aos que participam desse projeto.

A Série 50 anos de Teatro completa pode ser vista nas páginas: Chico Expedito Solon e 4 Portas na Mesa do Face e Portas Chico Expedito no Instagram.



quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Teatro Rio - BARRELA



Em Breve (não estreou)




Essa turma boa ai e eu estamos em processo de montagem do texto de Plínio Marcos "BARRELA".
Por enquanto ainda não há data e é muito provável que a estréia seja fora do Rio, estamos fazendo contato com produções locais.

            Nosso contato aqui é a GENTE NOVA produções nos números
                                   (21) 25411279 e (21) 96421010


Fotos do ensaio
















O elenco está aí, nossa sala de ensaio também. As fotos foram trabalhadas no Fhotoshop.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

TEATRO - SONHOS DE VERÃO

TEATRO - SONHOS DE VERÃO

Texto de Chico Expedito

(livremente adaptado de Sonhos de uma Noite de Verão de William Shakespeare)
direção e adaptação de Chico Expedito
iluminação de Carlos Lafert
figurinos e adereços de Claudio Tovar
trilha sonora de Chico Expedito
Rio de janeiro 1995

Produção


CARAVANA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS

Maria Helena Alvarez
Chico Expedito


Elenco

Françoise Fourton
Felipe Martins
Andrea Dantas
Claudio Tovar
Chico Expedito
Fernando Almeida
Irene Fontenelle
Eduardo Paranhos
João Menezes

imprensa (amostra)








fotos (fotos de Guga Melgar)






























































TEATRO - A BELA ADORMECIDA

TEATRO - A BELA ADORMECIDA

texto de Claudio Tovar
direção e adaptação de Chico Expedito
figurinos e adereços de Claudio Tovar
iluminação de Carlos Lafert
trilha sonora de Chico Expedito
Rio de Janeiro 1993

Elenco

Lucinha Lins
Claudio Tovar
Andrea Dantas
Anna Aguiar
Angel Palomero
Marcos Breda

Produção

CARAVANA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS
Maria Helena Alvarez
Chico Expedito


imprensa (amostra)














fotos























critica












Crítica publicada no Jornal do Brasil - Caderno B Por Lucia Cerrone - Rio de Janeiro - 25.09.93




















Lucinha LIns (E), a fada e Cláudio Tovar (abaixado, o ajudante da bruxa, na peça
A Bela Adormecida.
Foto Guga Melgar
O alegre triumfo dos vilões

Definir um espetáculo como "uma boa mistura" não significa, na maioria das vezes , um elogio. Porém, quando essa mistura inclui o Teatrinho Trol e os Dzi Croquetes, o resultado é no mínimo interessante.

A adaptação de Cláudio Tovar para A Bela Adormecida, em cartaz no Teatro Ipanema, é uma bem – humorada versão do conto clássico, em que a história original aparece quase como pano de fundo, ficando o melhor com os vilões e os elementais – a Fada e o Gnomo.

Logo que as luzes se apagam, um soldado do rei convida o público para se levantar e cumprimentar os soberanos. O inesperado movimento anima de cara o público. No palco, a "Belinha", ainda um bebê, vai ser batizada. Mas, antes mesmo que o fuso da roca a ponha a nocaute, a chegada triunfal da Fada-Madrinha pela lateral da platéia rouba a cena, provocando demorados aplausos. Daí em diante, fica quase impossível controlar a ativa intervenção do público no espetáculo.

O texto um pouco longo do começo da peça é atenuado pelo humor do elenco e por marcações criticamente caricatas do diretor. Mesmo que não-intencional, o melhor do estilo Trol se apresenta, quase como uma citação. Porém, se nas cenas do castelo os diálogos se truncam e as marcações se amontoam, no bosque tudo vai bem. A direção de Chico Expedito, trabalhando melhor com pequenas cenas, deixa brilhar o especial humor dos maus, num interessante contraponto aos bons.

Lucinha Lins é uma Fada-Madrinha com todos os requisitos para o papel. Sua empatia com o público é instantânea. O mesmo acontece com o Gnomo, interpretado por Marcos Breda, numa performance irrepreensível, e Andréa Dantas faz uma Bruxa Má com atraente comicidade.

Cláudio Tovar, dono de um particular humor, faz de Moujike, o fiel ajudante da bruxa, um simpático vilão, talvez o único da história do teatro infantil a ser aplaudido entusiasticamente no final do espetáculo. Para os saudosos, tem até o incredible da doutora Arnalda e da doutora Hilária, dos bons tempos do Dzi Croquetes.

Com personagens tão fortes, era de se esperar que A Bela e o Príncipe ficassem ofuscados, o que realmente acontece. Ana Aguiar, em bonita e suave atuação destoa do Príncipe interpretado por Angel Palomero. Faltando a este o physique du role e uma presença cênica mais forte, fica praticamente impossível acreditar no romance do casal.

Com cenários criativos de Alziro Azevedo para o bosque e figurinos adequados de Cláudio Tovar, A Bela Adormecida, é um espetáculo que pega o público pelo humor e pelo diálogo que estabelece com a platéia, sem que isso se torne um jogo previsível e repetitivo.

Cotação: 2 estrelas (Bom)

terça-feira, 8 de junho de 2010

TEATRO - REVEILLON À MODA DA CASA

TEATRO - REVEILLON À MODA DA CASA

Texto de Flavio Marcio
Direção Chico Expedito
Rio de Janeiro 1991



programa e ficha técnica




















imprensa (amostra)
















fotos







































segunda-feira, 7 de junho de 2010

TEATRO - GARDEL, UMA LEMBRANÇA

TEATRO - GARDEL, UMA LEMBRANÇA

Texto de Manuel Puig
Direção de Aderbal Freire Filho

Rio de janeiro 1987


Ficha Técnica


Cenarios e Figurinos de Luis Carlos Ripper
Iluminação de Maneco Quinderé
Direção musical de Luis Antonio Barcos
Produção de Orlando Miranda
Rio de Janeiro 1987


Chico expedito trabalhou como Ator substituindo Clemente Viscaino


Elenco



Thales Pan Chacon
Analu Prestes
Oswaldo Louzada
Claudia Neto
Betty Gofman
Chico expedito
e outros



imprensa (amostra)





fotos do espetáculo